IBERSOL Relatório e Contas 2018

Relatório sobre o Governo da Sociedade finais realizado por amostragem por entidade externa acreditada, um Sistema de Tratamento de Reclamações, programas de auscultação do cliente e um programa de Auditorias Internas no âmbito dos in- dicadores relacionados com a Segurança Alimentar. Acresce que os restaurantes e respetivas operações são ainda auditados pelas Marcas internacionais franqueadoras. - Processo de certificação do sistema de gestão da segurança alimentar no âmbito da norma ISO 22000, exigente padrão internacional em se- gurança alimentar. Segurança e Higiene no Trabalho(SHT) A coordenação do processo de gestão desta área de risco está a cargo da Direcção de Recursos Humanos que procede à definição, divulgação e monitorização da aplicação das normas e procedimentos definidos no Manual de SHT em vigor na Ibersol e articula os planos de Formação. São desenvolvidas, anualmente, várias iniciativas e ações, no âmbito da temática de Saúde e Segurança no Trabalho, que visam reforçar o com- promisso e envolvimento de todos os colaboradores com a prevenção e a redução dos riscos profissionais. Financeiros Cabe à Direcção Financeira assegurar a gestão dos diversos riscos fi- nanceiros, intrínsecos à imprevisibilidade do mercados, a que o Grupo está naturalmente exposto, designadamente riscos de câmbio, de taxa de juro, crédito, liquidez e capital. As diligências da Direcção Financeira operam no sentido de minimizar efeitos adversos destes eventuais ris- cos: a) Risco câmbio Nesta matéria, o Grupo Ibersol prossegue uma política de cobertura na- tural, recorrendo a financiamentos em moeda local. Uma vez que está essencialmente presente no mercado ibérico, os empréstimos bancários estão maioritariamente denominados em euros e o volume de compras, fora da Zona Euro, não assume proporções relevantes. Refira-se que a principal fonte de exposição advém do investimento fora da zona euro da operação que desenvolve em Angola, ainda de pequena dimensão e em fase de perda de peso na actividade do grupo. Os de- sequilíbrios da economia angolana acarretam uma escassez de moeda estrangeira em Angola, pelo que a desvalorização do Kwanza é um risco 164

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